Divulgação/Photo&Grafia

Coop patrocina Santo André desde 1998 e
estampou sua marca para todo o Brasil na
conquista da Copa do Brasil 2004 |
A
Coop –
Cooperativa de Consumo, com sede administrativa
em Santo André (SP), patrocina o Santo André,
time de futebol profissional que foi campeão da
Copa do Brasil de 2004. O clube se transformou
na empresa Santo André Futebol Ltda há pouco
mais de dois meses, mas a Coop patrocina o
Ramalhão, como é conhecido, desde 1998, e
continuará apoiando financeiramente até 2008. |
Segundo o ranking
ABRAS 2005, da Associação Brasileira de
Supermercados, das maiores empresas
supermercadistas, a Coop é a oitava colocada com
crescimento de 7,9% em relação ao ano anterior,
fornecimento bruto (faturamento) de R$ 1,07 bilhão
de reais e líder no faturamento por check-out.
Atualmente, possui cerca de 1,3 milhão cooperados e
22 unidades de distribuição, espalhadas pelo ABC,
São José dos Campos, Tatuí, Sorocaba e Piracicaba.
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Para a empresa,
maior cooperativa de consumo da América Latina,
apoiar o esporte é muito saudável e faz parte
dos seus princípios, apoiando a comunidade.
“Além de proporcionar maior visibilidade à
marca, este apoio serve também como forma de
valorizar a agremiação local e,
conseqüentemente, atuais e futuros talentos”,
explica Celso Furtado, gerente de marketing. |
Divulgação

Celso Luiz Furtado, gerente de marketing da
Coop |
A Coop ainda
colabora com escolas de esportes para crianças
carentes em Santo André e em Piracicaba, em parceria
com as jogadoras de basquete Janeth Arcain e Magic
Paula.
A Revista TH conversou, por e-mail, com Celso
Furtado.
Por que
as empresas investem tão pouco nos esportes
amadores? Falta um incentivo maior para os
patrocinadores investirem? Como a situação pode ser
contornada?
Na
minha opinião, as empresas investem sim e bastante,
pois quem realmente cria incentivo e proximidade com
o esporte amador são as empresas, e quanto menor
esta empresa mais apoio é oferecido. Porém, por se
tratar de um investimento local e pouco ambicioso
muitos destes patrocínios acabam não sendo
contabilizados. Agora o governo deixa sim de
promover e incentivar o esporte e também
investimentos em muitas modalidades que, muitas
vezes, não tem um local apropriado para se
desenvolver ou preparar os desportistas amadores.
Fale
das dificuldades do patrocinador quando ele é
excluído das transmissões pelas emissoras. Um bom
exemplo é o time de vôlei feminino Finasa, que é
chamado de Osasco pela Rede Globo e outras
emissoras?
Este
fator também contribui para a baixa percepção dos
investimentos, pois a empresa que acredita e investe
é descartada por algumas emissoras ou empresas que
têm interesses que não possibilitam apresentar os
verdadeiros investidores.
Patrocinar uma equipe no Campeonato Paulista da
série A-1 não é uma tarefa fácil, mas, apesar dos
custos desse investimento, o resultado final ainda é
favorável?
Podemos dizer que sim, porém esta análise é um pouco
complexa e envolve muitos fatores, tais como imagem,
merchandising, exposição da marca, campanhas, entre
outros. Mas o desempenho positivo da equipe ou até
mesmo a conquista de títulos é o melhor resultado
para se equacionar este investimento.
Qual a
importância do público associar o nome da Coop com
as modalidades esportivas? Quais são os benefícios?
Existem muitos benefícios, mas destaco como um dos
principais a busca pelo incentivo ao esporte e a
preparação dos jovens para conquista de uma vida
saudável, além do posicionamento como uma empresa
preocupada com o bem estar de todos os envolvidos e
a comunidade.
A Coop
tem o pensamento de apoiar outras modalidades
esportivas além do futebol?
Atualmente já apoiamos dois projetos ligados ao
basquete.
Com a
presença da Lei Rouanet nos esportes, a Coop
pretende aumentar o investimento no projeto de
escolas de esportes para crianças carentes?
A Coop
estará sempre procurando investir no esporte amador
e em iniciativas de formação e preparação dos
jovens. Mas destaco que além desta importante lei,
levamos em conta muitos outros fatores. |